Nossos Destinos

ALASKA

Todo mês de setembro oferecemos um roteiro voltado para o Alaska, a “última fronteira” norte americana por ser o único mês do ano onde podemos conciliar na mesma viagem a visita ao Parque Nacional Denali e a visualização da aurora boreal. Isso por que setembro é o primeiro mês da temporada da aurora boreal, quando volta a escurecer após longo período sem noite no Alaska. Ao mesmo tempo é o mês que começa a nevar e o Parque Nacional acaba fechando suas portas. Assim, a única forma de unirmos essas duas maravilhas do Alaska é viajarmos antes da primeira quinzena de setembro, uma vez por ano.

O Alaska é uma região muito distante do Brasil, quase tanto quanto os países do extremo oriente. Não parece mas, além de ser muito ao norte, fica no extremo oeste das Americas, quase tocando a Russia asiática. Por esse motivo é uma viagem longa, que levamos em média 24 horas ou mais para chegar entre conexões.

Nosso destino inicial é Anchorage, a capital, ao sul do estado. Lá descansamos e no dia seguinte partimos de trem, o famoso Alaska Rail, com destino ao coração do estado, ao referido Parque Denali, onde fica a montanha mais alta da America do Norte, uma das mais famosas do mundo e a mais gelada de todas. O Monte Mackinley, ou Denali, como os moradores preferem chamar.

A região do parque nacional abriga enorme quantidade de fauna como o alce, moose, caribou, lobos cinzentos, ursos pardos, águias, sendo normalmente vistos com muita facilidade.

Durante nossa estadia na região, o passageiro que quiser poderá fazer passeios aéreos em pequenos aviões, à parte, para sobrevoar a montanha, as geleiras, etc..

Após alguns dias no Denali voltamos a subir e adentrar ainda mais no Alaska até sua capital do interior, a famosa Fairbanks, cidade formada na corrida do ouro e que hoje é conhecida como a “capital da Aurora Boreal” na America do Norte, um dos melhores lugares para vermos as luzes.

A cidade embora muito rústica, conta com boa rede de hotéis, Walmart e demais facilidades típicas de qualquer cidade americana.

Durante nossos dias em Fairbanks iremos buscar a aurora boreal todos os dias no período noturno, fugindo das nuvens, das luzes da cidade e com destino aos platôs virados para o norte e com horizonte aberto, ideais para olharmos o céu. Durante os dias na região de Fairbanks iremos a Chena Hot Springs, local de águas quentes, termais, com lagoas naturais com água em altíssima temperatura, resort com bar de gelo, etc.

O Alaska com toda a sua natureza selvagem, sem dúvida, é um dos roteiros mais exóticos do mundo.

NORUEGA E FINLÂNDIA - LAPÔNIA e ILHA DE SVALBARD

Ao contrário do Alaska que só vamos no início de setembro para conciliar com o Parque Nacional, nossos outros destinos são percorridos em todos os meses da temporada da aurora boreal (quando o sol já se põe e existe escuridão), ou seja, de setembro até março em todos os meses que formamos grupos.

Nos meses de outono, como Setembro e Outubro percorremos os seguintes locais:

capital da Noruega, local onde nos encontramos e começamos nossa viagem e onde muitas vezes nossos participantes chegam antes, para conhecerem melhor a cidade por conta própria.

um arquipélago com diversas pequenas ilhas, localizado no extremo norte da Noruega e Escandinávia, além do círculo polar e em pleno oceano Ártico. Loføten foi berço da civilização Viking, possuindo a maior ruína com evidencias daquela era. Além disso, hoje é o maior centro pesqueiro do bacalhau no mundo, junto à Bergen. Considerada pela National Geographic como um dos mais belos locais do mundo, as ilhas são bucólicas, cheias de montanhas e paredões saindo abruptamente do mar, com fiordes recortando seus vales e pequenos vilarejos de casas coloridas debruçadas sobre o mar. A cada local ou angulo que se olhe, parece um cartão postal. Além disso, quando o tempo se abre, quase sempre se pode observar a aurora boreal, deixando a beleza do local ainda mais mágica.

conhecida como a “capital da aurora boreal” da Noruega, talvez sendo a cidade mais falada e conhecida no mundo quando se discorre sobre as luzes do norte, fica a 400 km além do círculo polar, a quase 70º de latitude norte, no extremo da Terra. Cidade grande para um local tão ermo, na verdade situada em uma grande ilha no meio de um fiorde,  possui cerca de 80 mil habitantes vivendo sobre uma estrutura fantástica. Universidade para 10 mil estudantes, diversos hotéis, shoppings de alto padrão, porto, museus, restaurantes, muitos pubs e casas de show. Cidade jovem, vibrante, riquíssima e em plena calota polar. Pela localização privilegiada, o “cinturão” ou região onde normalmente incide a energia formadora da aurora boreal fica bem em cima, fazendo com que seja, talvez, a cidade de grande porte com mais estrutura e facilidade para se observar o fenômeno no mundo.

é um pequeno vilarejo com pouco mais de 80 moradores no extremo norte da Finlândia.  Na mesma latitude de Tromsø, consideramos como sendo uma região ainda melhor para observar a aurora boreal pela ausência quase total de luzes artificiais, poluição, pela altitude de serra aos 600 m acima do nível do mar que acaba tornando o ar mais límpido, por ter o horizonte quase reto e desimpedido e também por ter menos nuvem, por estar mais longe do mar da Noruega. Pouco mais de 3 horas de distancia rodoviária de Tromsø, acaba se tornando um grande momento em nossa viagem, quando podemos passar algumas noites tendo a real experiência do isolamento da Lapônia. Graças a curiosidade e pioneirismo no início de nossa atividade, mais de 10 anos atrás, conseguimos descobrir essa verdadeira pérola, talvez o melhor lugar no mundo para ver as luzes. Lá, ficamos em confortáveis chalés privativos, com quartos duplos, sala, cozinha, sauna, wifi, tv à cabo e muito aquecimento, mesmo em dias onde a temperatura pode chegar a 30º c negativos no inverno. Em Kilpisjarvi nossos grupos tem a experiência de mergulhar no lago após a sauna, típico da cultura local, estando o lago congelado no inverno ou liquido no outono. Em mais de 50% das noites que estamos no chalé podemos ver as luzes da aurora sem precisar sair de carro, apenas entrando e saindo dos chalés e olhando para o céu. Na região, durante o inverno, também podemos na parte da manhã fazer o tradicional passeio de moto neve (snowmobile) para a tríplice fronteira Noruega X Finlândia X Suécia, dirigindo sob o platô do lago congelado.

Arquipélago localizado no extremo norte do planeta, um pedaço de terra muito além da Escandinávia, Islândia e na mesma altura do norte da Groelândia. Possui a cidade mais polar e ao norte do mundo, chamada Longyearbyen, onde já estivemos dezenas de vezes com nossos grupos. Embora muito isolada geograficamente, distante 2 horas de voo ao norte do continente europeu, Svalbard e sua cidade de 2 mil habitantes são administradas pela super organizada e rica Noruega, como se fosse um pedaço solto do país no polo norte. Assim, possui uma estrutura incrível em se tratando do isolamento. Com voos diários de 2 grandes cias aéreas, Norwegian e SAS Airlines, aviões de grande porte trazem dezenas de pessoas que vão e voltam como se estivesse atravessando um rio de balsa. Na capital da ilha contamos com bons hotéis, um grande mercado, museu, restaurantes e um visual de outro planeta. Por sua latitude, Svalbard não possui árvores, sendo uma região gigante, do tamanho similar da Dinamarca, sem uma árvore sequer, sob o domínio completo da tundra. Assim, para onde se olha só se vê a imensidão branca e azulada das montanhas, geleiras, mar congelado… Durante os dias na ilha nossos passageiros têm a oportunidade de, querendo, contratarem passeios locais que podem ser considerados como os mais exóticos do mundo. Passeios de moto neve até a região leste da ilha, dirigindo sob geleiras até o oceano congelado onde habitam muitos ursos polares. Passeios de trenó puxado por Huskies , visitas à cavernas de gelo, etc… Sem dúvida Svalbard e sua cidadezinha são um dos locais mais remotos e admiráveis da Terra.

Condições (Clique para ver)

Para fazer uma viagem como essa não é necessário ter experiência, nem preparo físico de atleta. Em muitas viagens contamos com pessoas com mais de 60 anos. Mesmo assim alguns cuidados precisam ser tomados e os participantes deverão ter ciência destes termos antes do embarque.

As regiões percorridas durante a viagem, nos meses de novembro até março, são frias e rigorosas, com temperaturas médias de 8º negativos em Tromso e 15º negativos em Svalbard, onde poderá chegar facilmente a menos 20º c. Sendo assim, é normal que pessoas com grande sensibilidade ao frio sintam algum desconforto com a viagem nos momentos onde “caçamos” a aurora. Isso deve ser dito antes para evitar maiores problemas. É preciso que fique claro que todos deverão estar preparados para o frio.

Embora o frio do litoral da Noruega não seja tão rigoroso quanto o de locais menos polares, graças a corrente de água morna do Golfo do México, ainda assim requer algum esforço. Por outro lado, para muitos, sentir o frio na pele é a segunda maior atração da viagem!

Em nossas saídas em busca das luzes, normalmente paramos em lugares ermos, afastados, algumas vezes expostos ao vento e lá ficamos por horas. Nesses momentos o veículo precisa ficar completamente desligado, o que interrompe o aquecimento, para que o local fique totalmente escuro, permitindo que todos vejam e fotografem as luzes da melhor forma possível. Sendo assim, aquele interessado que por acaso não gostar de lugares frios, dificilmente buscar a aurora boreal será a viagem mais indicada!

Por outro lado, em nossa viagem não há a menor possibilidade de ocorrer algum evento ou acidente grave com o participante por causa do frio. Estaremos sempre com veículos na beira de boas estradas e não há qualquer perigo físico a não ser algum incômodo com a temperatura.

Em caso do interessado possuir alguma doença grave pré-existente, informamos que, infelizmente, não haverá possibilidade de embarcar junto ao grupo. Qualquer agravamento da doença no meio da viagem trará prejuízo para todos os outros participantes.